quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Hoje, a turma deslocou-se ao auditório da Escola para uma ação de sensibilização sobre segurança. Esta ação de sensibilização com o título de «Crescer em Segurança» foi promovida pela Autoridade para as Condições no Trabalho.

A atividade iniciou-se com uma conversa sobre segurança nos mais diversos locais, na qual os alunos foram muito participativos. Seguidamente, foi mostrado um Powerpoint e, finalmente, foi feito um jogo e, ouvida uma canção. 

Os alunos estiveram sempre muito interessados e participativos.

Vejam as imagens...










A fadinha e a Menina

Era uma vez uma menina que gostava muito de brincar ao jogo (estás a ver  o que eu estou a ver) e depois ela disse:- Eu estou a ver uma fada! E a mãe disse : - Tu deves ter visto mal. Então depois ela foi ver ao sítio onde a tinha visto e lá estava a fada. Então, ela esteve a observar a fadinha e ela era bonita, cheirosa e meiga. Elas as duas começaram a falar. Durante a conversa, a fada disse:- Bem, tu queres fazer uma festa? E a menina disse:- Sim, pode ser, olha, podemos fazer a festa em minha casa. Logo foi a festa e elas tornaram-se as melhores amigas do mundo!



Vitória, vitória acabou a história.
Fim


Um dia, a Sarah acordou muito contente e decidiu gostava muito de conhecer uma fada. Então, fechou os olhos com muita força, pediu o desejo e quando os abriu surpreendeu-se com uma bela fada cor-de-rosa. Ficou tão contente que ela nem queria acreditar. A partir deste dia, elas tornaram-se as melhores amigas, andavam sempre juntas. Iam à escola juntas, às compras, brincavam e divertiam-se muito.



As alunas Matilde, Sarah e Leonor estão a revelar-se umas escritoras natas. Ontem à noite, enviaram-me estes trabalhos muito originais.

Ora vejam só... 

“ Era uma fada de verdade”  

Um dia a Matilde ficou muito surpreendida porque não sabia que as fadas existiam e por magia encontrou uma. A Matilde tinha de ir para casa, como todos os dias às 17 horas, mas um dia ela ficou desorientada e perdeu-se no caminho para casa. Estava desesperada a chorar quando uma encantadora fada lhe pousou em cima do ombro e disse-lhe que não se preocupasse porque a levava a casa. A Matilde ficou tão contente e admirada que nem queria acreditar. Com a ajuda da fada chegou a casa. 

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Aqui vai mais um texto pleno de criatividade e, boa disposição.


  "O anão e o dragão"
  Era uma vez uma pequena casa onde vivia um anão que se chamava Elfi.Uma vez quando ia procurar comida na floresta encontrou um dragão que parecia triste e perguntou-lhe:
  -O que se passa contigo?
  O dragão não respondeu e só largou uma pequena nuvem de fumo.O Elfi percebeu que o dragãozinho estava constipado e tinha perdido a voz e o seu poder mágico de cuspir fogo.Então, foram juntos para a casa do Elfi, onde prepararam juntos uma poção mágica que curou o dragãozinho.A partir daquele dia, os dois ficaram amigos inseparáveis.



Texto escrito pelo Andrei Tigle
 Neste dia, os alunos pintaram a banda desenhada do S. Martinho e, desenhos alusivos à data.
À tarde, degustámos as castanhas.
Que boas, assadinhas e quentinhas. Até houve direito a água pé (faz de conta, pois era sumo...).






















terça-feira, 10 de novembro de 2015

Mais um texto


O Manuel tem a cabeça de papel.
O João tem uma flor na mão.
A Catarina tem a roupa a cheirar a gasolina.
O André cheira mal do pé.
O Senhor Romão tem muito limão.
A Tatiana gosta  muito de banana.elaborado 


Texto elaborado pelo Filipe Mendes




Os alunos gostam de Matemática...

Problema             


Ana e as bonecas

A Ana tinha 20 bonecas e a Mãe deu-lhe 245 bonecas.
Quantas bonecas tem a Ana, no total?

245+20=265


R: A Ana tem 265 bonecas no total.


Problema inventado pelo David Scaletchi
















segunda-feira, 9 de novembro de 2015

E estes desenhos? Gostam?







A Leonor Mogo estava inspirada esta tarde...

A professora e a Carla

Era uma vez uma menina que era estudante e gostava muito da professora Isabel Pires. A Carla ia muitas vezes à sala da professora Isabel porque então a professora era quase uma irmã para a Carla! A Isabel tinha muitas vezes a tarde livre para ir passear por Quarteira, Loulé, Portimão, aos shoppings etc. A professora era quase irmã da Carla!

sexta-feira, 6 de novembro de 2015


Encontrei esta fotografia antiga.

Vejam o que eles cresceram, entretanto.



O nosso blogue ainda está pobrezinho em termos de membros.

Vamos aumentar o número de membros do blogue. 
Conto convosco.

Um muito obrigada aos Pais/E.E. por ajudarem os vossos filhos a escrever, no computador, e a enviar os seus trabalhos. É bom poder contar convosco.

Escrita criativa

A noite de Halloween
Num belo dia de Halloween nasceu uma bebé. Ela tinha velocidade de vampiro tinha o corpo forte do lobisomem, gostava muito das comidas esquisitas como um zombie e tinha 70% de carne humana. Depois de alguns anos, ela cresceu e deram-lhe o nome de Raquel. Ela já tinha 8 anos e passaram muitas noites de Halloween. Então ela pensou que poderia fazer uma festa na sua casa. Ela disse:-Venham à minha festa, é na minha casa! A Raquel teve uma festa óptima, havia muitas máscaras, disfarces e efeitos especiais. A casa dela parecia ser uma bomba que rebentava mas não rebentou. Já tinham passado alguns anos e ela fez muitas festas, mas já estava velha. Praticamente, já tinha 100 anos, faltava 1 ano para ela fazer os 100!

O sapinho mau
Era uma vez um sapinho mau feiticeiro. Ele fazia mal às bruxas. Ele era um sapo infeliz, zangado e triste. Ele fez um feiticeiro: todos os professores desapareceram do mundo exceto a professora Isabel Pires. Como ele era estudante saiu da escola porque fez o seu feitiço. Ele cresceu e cresceu e já era velho e ficou pouco esperto e bom.




Escrita criativa


«A menina gira»

A menina gira
Tem cabelo grande,
tem cabelo amarelo,
o cabelo cheira a rosa.
Os olhos dela são azuis,
são brilhantes.
As roupas dela são elegantes,
são rosas, são azuis, são pretas,
são brilhantes,
são vestidos, são saias, são blusas.
Ela chama-se Beatriz,
ela tem um namorado chamado Rui.


O namorado da Beatriz
Tem cabelo curto,
tem cabelo castanho.
Os olhos dele são verdes.
As roupas dele são feias,
são azuis, são pretas, são vermelhas.

Ele chama-se Rui.

Escrita criativa


                   Eu tenho um cão
              muito pequenino
              que me cabe na mão
              e não é ladino...
              Só se põe a correr
              se o seu menino
              lhe mexer...

              Não come carne nem peixe
              mesmo que o deixe...
              Nem trinca chocolates e bolos
              como os cães todos...
              Nem come sopinha
              por mais que lha dê...

              E não bebe leite
              antes que se deite
              na sua caminha...
              E que coma açorda
              ninguém se recorda.
              Nem papa farinha...

              E sabem porquê?
              Ninguém adivinha?
                   É que o patetinha

              é um cão de corda.

Escrita criativa

Poema em R
O gato comeu o rato
Que vivia no reino do rei.

A filha do rei, a Rita,
Viu o gato a comer o rato.

O Ricardo foi ao
Relógio velho ver as horas
Mas o relógio estava ratado.

O rei e a Rita foram
A um restaurante romântico
 Que tinha uma roseira redonda.

O gato foi registado numa
Revista que a rapariga
Revistou.
A Rita fez um percurso,
Até ao rio onde havia muitas rãs e rochas.

A Rosa fez um bolo-rei com
24 Andares para a Rússia.
Os russos gostaram muito e
Repetiram várias vezes.
O Bolo-rei!



Escrita criativa

Poema em L

O Luís
lê um livro.
Os linces,
os leões,
as leoas,
os lagartos,
as lagartixas,
as lulas,
e até  os lobos,
que  gostam das lobas  que
estão sempre jeitosas e,
sempre bem cheirosas.        

Escrita criativa


"Tudo ao contrário"

Ele em vez de andar com os pés anda com as mãos.
Ele em vez de levar a mochila às costas leva-a na barriga.
Ele em vez de abrir a mangueira fecha a mangueira.
Ele em vez de tomar banho com o chuveiro toma banho com a torneira.

Escrita criativa

"Poema do D"
D é o Dinis
que come
uma perdiz.
D é o Dinis
que é uma
atriz.
D é o Dinis
que está
sempre
feliz.

D é o Dinis
que é um
petiz.
D é o Dinis
que coça o
nariz.
O Halloween

           Era uma vez o Rui que não sabia o que era a festa do Halloween. Então como ele não sabia o que era o Halloween foi perguntar ao pai, e o pai disse-lhe que era uma festa de máscaras.
O Rui, depois, pediu ao pai para ir ao supermercado para lhe comprar uma máscara assustadora para assustar as pessoas. Ele estava mascarado de vampiro e quando um dos seus amigos passou por ele, o Rui ficou muito assustado e correu para perto do seu pai. O pai disse-lhe que só era o seu amigo Paulo mascarado de lobisomem. O Rui ficou sem medo do Halloween e conheceu melhor o Halloween.





Halloween
Era uma vez um morto vivo que tinha uma cabeça de morcego e era todo preto. Era um morto vivo muito inteligente e ele ia à casa das pessoas dizer:
- Doce ou travessura!
As pessoas achavam-lhe piada e davam-lhe doces. Diziam palavras bonitas porque gostavam do disfarce dele. O que as pessoas não sabiam é que aquela era mesmo a cara dele.
No fim da noite o morto vivo foi para casa todo contente, comer os doces todos.


« A noite do Halloween »

Numa noite de Halloween uma vampira ressuscitou. Essa vampira andava pela cidade, toda a gente pensava que ela tinha uma máscara. Havia uma pessoa que era muito, muito, mas muito medricas,não saía de casa nem que fosse  para ir às compras. A vampira chamava-se Erica. A vampira passou pelo quintal do menino medricas. Então ele aí decidiu sair sem ninguém ver. A Erica mordeu o menino que se chamava António. Ela continuou a correr pela cidade até que já era hora de voltar ao cemitério.
Mais Halloween.

“O dia de Halloween”  
Num dia muito especial e, sabem, porque era Halloween. A Joana foi ao doce ou travessura e quando abriram a porta apareceram duas meninas que eram gémeas e estavam a dizer: - Vem brincar. A Joana ficou muito assustada e foi ter com a mãe. A mãe disse que era só uma mascara do Halloween, as meninas bateram à porta. A Joana e a mãe foram abrir e eram as meninas que queriam pedir desculpas à Joana. Depois elas ficaram amigas. 

Halloween

Para celebrar o Halloween, os alunos inventaram textos e, com a ajuda dos pais, escreveram-nos no computador. Depois, mandaram-nos para o mail da professora.

" HALLOWEEN"

Era uma vez uma criança que plantou uma abóbora. Quando
chegou o Halloween apareceu uma bruxa e enfeitiçou a abóbora
que  cresceu e cresceu até ficar um monstro.
Começou a comer as pessoas e começou a destruir as coisas e chegou  um vampiro e disse que quem ia governar o mundo era ele. O vampiro começou a morder o monstro com a cabeça de  abóbora e as pessoas saíram das lojas, das casas e começaram a bater no monstro com panelas, colheres de ferro e de madeira. A bruxa começou a sofrer e passou pelo monstro e desfez o feitiço e as pessoas começaram a dizer:
-Vampiro, vampiro, queres ser nosso rei? Sim, com certeza. 
Vampiro disse: Feliz dia do Halloween! Depois viveram  felizes  para  sempre.   








Para comemorar o Dia Mundial do Animal, a professora Isabel contactou o núcleo de Albufeira da Pravi.
Muito prontamente, recebemos a visita de duas senhoras da Pravi que trouxeram consigo dois cães abandonados e que as mesmas adotaram.

A professora e a turma trouxeram bastante ração para animais.

 







Ainda em outubro...

No âmbito de uma pesquisa sobre os espaços de uma localidade (Boliqueime) e suas funções, a turma fez uma visita guiada ao centro de Boliqueime.
Depois desta recolha, os alunos trabalharam em grupo e, elaboraram um percurso a fazer












dentro da localidade.
Os alunos foram desenhando o percurso e os espaços por onde passávamos
No início de outubro a turma foi ao Cineteatro de Loulé ver a peça musical «Cidade verde, cidade azul».

Esta peça, através da música e, do bailado das personagens falava do menino azul e da menina verde que se apaixonaram, dando origem a uma cidade multicolor onde todos são iguais.

As crianças gostaram muito...




Estamos de volta...

Olá amigos e amigas,

Pois é, cá estamos de novo, após uma longa interrupção.